quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Ainda nos dias de hoje, a Hanseníase, conhecida como Lepra, é uma enfermidade que causa muito medo na população, mesmo sendo comprovada a possibilidade de cura, ela representa um grande problema de saúde pública.
Antigamente no Brasil, o método para tratamento dessa doença era muito rigoroso. A segregação e isolamento dos pacientes, que eram encaminhados para os hospitais colônia, era muito comum, fora os tratamentos dolorosos, que de nada adiantavam, além do preconceito que envolve a doença até hoje.
A Hanseníase é dividida em dois tipos: paucibacilar e multibacilar, e é uma doença infecto contagiosa, crônica e de grande importância para a saúde pública devido à sua intensidade e seu alto poder incapacitante. É uma doença que ataca a pele e os nervos, o que dificulta os movimentos das mãos, pés, olhos, além de causar amortecimentos, mas que se diagnosticada e tratada no início, tem cura, não deixa marcas, nem sequelas.
Atualmente, o tratamento é simples, realizado via antibiótico, fornecido de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS), e administrado em doses vigiadas nas unidades básicas de saúde (UBS) sob a supervisão de médicos ou enfermeiros de acordo com normas da Organização Mundial de Saúde, sem necessidade de isolamento
Sintomas:
* Manchas na pele de cor parda, esbranquiçadas ou eritematosas, às vezes pouco visíveis e com limites imprecisos;
* Alteração da temperatura no local afetado pelas manchas;
* Comprometimento dos nervos periféricos;
* Dormência em algumas regiões do corpo causada pelo comprometimento da enervação. A perda da sensibilidade local pode levar a feridas e à perda dos dedos ou de outras partes do organismo;
* Aparecimento de caroços ou inchaço nas partes mais frias do corpo, como orelhas, mãos e cotovelos;
* Alteração da musculatura esquelética principalmente a das mãos, que resulta nas chamadas “mãos de garra”;
* Infiltrações na face que caracterizam a face leonina característica da forma virchowiana da doença.
Tratamento:
Ambos os tipos (paucibacilar e multibacilar) são tratados com o antibiótico rifampicina, durante seis meses no tipo paucibacilar e um ano no tipo multibacilar. A medicação é fornecida gratuitamente pelo Ministério da Saúde e administrada em doses vigiadas nas Unidades Básicas de Saúde sob a supervisão de médicos ou enfermeiros de acordo com normas da OMS.
A rifampicina elimina 90% dos bacilos. Por isso, é necessário complementar o tratamento com outra droga (DDS), que pode ser tomada em casa diariamente, até o final do tratamento.
Nos casos multibacilares, esse tratamento é acrescido de uma dose diária e de outra vigiada de clofazimina.
Recomendações:
* Não desista do tratamento, que é longo, mas eficaz se não for interrompido. A primeira dose do medicamento é quase uma garantia de que a doença não será mais transmitida;
* Convença os familiares e pessoas próximas ao doente a procurarem uma Unidade Básica de Saúde para avaliação, quando for diagnosticado um caso de hanseníase na família;
* Não fuja dos portadores de hanseníase, uma doença estigmatizante, mas que tem cura, desde que devidamente tratada.
Fonte: www.drauzioavarela.com.br
sábado, 1 de agosto de 2015
A iniciativa busca sensibilizar empresas sobre a importância da amamentação, tanto para a mãe quanto para o bebê
Começou no dia 1 de agosto a Semana Mundial do Aleitamento Materno, que vai até o dia 7 e tem como tema este ano mulheres que trabalham e amamentam. A iniciativa busca sensibilizar empresas sobre a importância da amamentação, pois amulher que amamenta falta menos ao trabalho uma vez que seu filho adoece menos. Além disso, o bebê continua recebendo o leite materno, que possui anticorpos que previnem doenças.
A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que o aleitamento materno comece já na sala de parto e que seja exclusivo e em livre demanda (o bebê mama a quantidade que quer, quando quer) até o 6º mês e se estenda até 2 anos ou mais.
Volta ao trabalho
Pesquisa do Ministério da Saúde mostrou que 34% das mães de bebês com menos de um ano e que trabalham fora de casa não amamentam mais a criança. Já entre as mães que não trabalham fora, esse índice é menor, 19%.
Ao retornar ao trabalho, para que a amamentação seja mantida pelo menos até o 6º mês de vida do bebê, a legislação (Artigo 396 da CLT) prevê ainda períodos de pausa no trabalho para que a mulher amamente ou retire leite para seu filho. São duas pausas, de meia hora cada uma, que não se confundem com os intervalos normais de repouso e alimentação. A mulher pode, inclusive, combinar com a chefia para chegar meia hora depois e sair meia hora antes do horário de trabalho ou ainda acumular os períodos e tirar uma hora por dia.
Dados divulgados pela Receita Federal, em 2012, indicavam que menos de 10% das empresas brasileiras haviam aderido ao programa Empresa Cidadã, que assegura a ampliação da licença-maternidade para 6 meses. Ou seja, grande parte das trabalhadoras brasileiras não pode permanecer com seus filhos durante o período de amamentação exclusiva. As empresas que aderirem ao Programa podem abater do imposto de renda o total da remuneração integral paga à funcionária no período adicional.
Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/semana-mundial-do-aleitamento-tem-como-tema-mulheres-que-trabalham-fora-de-casa-7274.html
sexta-feira, 17 de julho de 2015
Gestante do Alto da Boa Vista, você foi escolhida para realizar um passeio, no dia 21 de julho, terça-feira, à exposição: "SENTIDOS DO NASCER" pela manhã. Oponto de encontro será no CMS Nicola Albano às 08:00h, onde teremos um café-da-manhã e partiremos à Praça Tiradentes, no Centro, às 9:00h, O transporte de ida e volta e acesso ao evento são gratuitos. A sua presença é muito importante!!! Venha curtir esse momento especial com a gente!!!
domingo, 12 de julho de 2015
Essa linda menina da foto é Maria Fernanda. Essa que esta ao lado dela é a Agente Comuniária de Saúde Sônia, que teve uma linda surpresa essa semana, o reconhecimento, pela sua atuação, pelos cidadãos mais importantes da comunidade, que são as crianças.
A professora de Maria Fernanda pediu que ela fizesse uma redação falando da pessoa mais atuante de sua comunidade, ela de pronto lembrou da nossa Agente Sônia, conhecida como Sonia Samu. Parabéns Sônia.
domingo, 5 de julho de 2015
O sal não é inimigo da nossa saúde. É a forma como usamos o sal no cozimento que é errada. O alto consumo de sal por dia é um dos maiores problemas para os idosos. Com o tempo, o sabor não é sentido da mesma forma e a tendência é que as pessoas passem a usar mais sal na preparação dos alimentos.
Segundo o Ministério da Saúde, a hipertensão é responsável por 50% do total de infartos que ocorrem no Brasil, 80% dos acidentes vasculares cerebrais e 25% dos casos de insuficiência renal.
Conheça cinco temperos que podem melhorar o sabor dos alimentos. Usá-los desobriga o aumento de sal na preparação da comida.
1. Alho e cebola
O alho deve ser usado no início da preparação, mas nunca deve ser colocado junto com a cebola na panela.
– A cebola precisa de muito mais tempo para cozinhar do que o alho. Como ela tem muita acidez, o ideal é picá-la com uma faca bem afiada (nunca uma faca de serrinha), esquentar uma panela com um fio de óleo e, então, colocar a cebola. Quando ela ficar transparente, aí o alho pode ir para a panela.
2. Alecrim
De sabor intenso, não se deve usar muito da erva na preparação da comida. Se usado num assado no forno, como uma batata que será coberta por papel alumínio, basta um ramo no meio da fôrma e retirá-lo quando elas estiverem assadas.
– O vapor vai criar o sabor, por isso o ramo não precisa parar no prato de quem vai comer as batatas. Dentro do molho, um ramo também basta.
3. Cominho
Também é uma erva muito intensa, mas se bem usado pode realçar o sabor do feijão e de diferentes vegetais, como a batata.
– É preciso ter cuidado com o cominho. Meia colher de chá basta para uma preparação simples.
4. Louro
Um dos temperos favoritos da nutricionista, o louro pode ser usado em carnes, feijão e ensopados. Isabel explica que basta uma folha para complementar o sabor do que será preparado.
5. Pimenta da jamaica
Facilmente encontrado no Mercado Público, a pimenta da jamaica é uma bolinha preta nada forte que abre o sabor do que será preparado.
– Um guisadinho comum fica maravilhoso com essa especiaria. O ideal é moer na hora. Um pilão simples num copo pode ser usado se um almofariz não estiver disponível.
Fonte:http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/melhor-idade/noticia/2015/01/cinco-temperos-que-podem-substituir-o-sal-na-preparacao-dos-alimentos-4682450.html







