terça-feira, 30 de setembro de 2014
30 DE SETEMBRO - DIA MUNDIAL DO CORAÇÃO
As doenças cardiovasculares são a causa número um de morte no mundo
Estima-se que 17,3 milhões de pessoas morreram de doenças cardiovasculares (DCVs), como doença cardíaca e acidente vascular cerebral em 2008, representando 30% de todas as mortes globais. Dia Mundial do Coração, hoje, oferece uma oportunidade para fazer um balanço da situação e diminuir o impacto das doenças cardiovasculares através de uma dieta saudável, atividade física regular e evitar o fumo do tabaco.
Quais são os fatores de risco para doença cardiovascular?
O mais importante fatores de risco comportamentais de doença cardíaca e acidente vascular cerebral são alimentação inadequada, sedentarismo, tabagismo e uso nocivo do álcool. Fatores de risco comportamentais são responsáveis por cerca de 80% da doença coronária e doença cerebrovascular.
Os efeitos da dieta não saudável e a inatividade física podem aparecer em indivíduos como pressão arterial elevada, glicose no sangue elevados, lipídios arterial elevada e excesso de peso e obesidade, que são chamados "fatores de risco intermediário" ou fatores de risco metabólicos.
FONTE DO ARTIGO: http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs317/en/index.html
Fonte da imagem: http://www.google.com.br/
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
29 DE SETEMBRO - DIA MUNDIAL DO CORAÇÃO
Esta segunda-feira é o Dia Mundial do Coração. Mais do que uma simples data, um convite pra que você preste mais atenção na saúde do seu!
Sabe quantas pessoas tem problemas cardiovasculares, hoje, no Brasil? De acordo com aSociedade Brasileira de Cardiologia, cerca de 17 milhões. E mais: 300 mil morrem, por ano, principalmente com infartos, derrames e mortes súbitas.
As principais causas? Tabagismo, colesterol alterado, hipertensão arterial, inatividade físicaou sedentarismo, sobrepeso ou obesidade, elevada circunferência abdominal, de diabetes ealimentação inadequada.
Em alguns destes riscos você se encaixa? Então que tal aproveitar que hoje é segunda-feira o tomar uma atitude de amor à si mesmo? Cuide-se: o coração agradece!
FONTE: http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/
domingo, 28 de setembro de 2014
sábado, 27 de setembro de 2014
27 de setembro - Dia Nacional do Idoso
Dia 27 de Setembro o dia Nacional do Idoso
A data foi estabelecida em 1999 e serve para refletir a respeito da situação do idoso no País, seus direitos e dificuldades.
No Brasil existe muito preconceito e desrespeito em relação às pessoas da terceira idade, são muitos os problemas enfrentados pelos idosos em seu dia-a-dia, a perda de contato com a força de trabalho, a desvalorização de aposentadorias e pensões, a depressão, o abandono da família, a falta de projetos e de atividades de lazer e acesso à saúde.
FONTE: http://www.rtvcanal38.com.br/2013/09/27/27-de-setembro-dia-nacional-do-idoso-cosme-e-damiaoe-dia-mundial-do-turismo/
domingo, 21 de setembro de 2014
21 de Setembro dia nacional de luta dos portadores de deficiência
Pois é. Dia 21 de setembro se comemora o Dia Nacional de Luta das Pessoas Deficientes, que foi originado de um encontro de entidades nacionais.
Foi escolhido o mês de setembro por conta da primavera e pelo dia da árvore, a fim de representar o nascimento de reinvindicações quanto a cidadania e participação plena na sociedade.
Todos os anos essa data é lembrada, em todos os estados da nação, e serve como reflexão a fim de divulgar as constantes lutas por inclusão social.
Existem inúmeros conceitos para definir as pessoas portadoras de deficiência. Muito mais abrangente é a classificação de deficiências enfrentadas pelo ser humano. De acordo com o pensamento de Luis Alberto David de Araújo, o conceito de pessoa portadora de deficiência seria:
“O que define a pessoa portadora de deficiência não é a falta de um membro nem a visão ou audição reduzidas. O que caracteriza a pessoa portadora de deficiência é a dificuldade de se relacionar, de se integrar na sociedade. O grau de dificuldade de se relacionar, de se integrar na sociedade. O grau de dificuldade para a integração social definirá quem é ou não portador de deficiência” (ARAÚJO, Luís Alberto David, A proteção Constitucional das Pessoas Portadoras de Deficiência – Tese de Doutorado – PUC/SP – 1992.).
A Constituição de 1988 e diversas outras Leis instituíram muitos direitos, dentre eles: Direito à Igualdade, à Saúde, ao Trabalho, ao Transporte, à Vida Familiar, à Educação, à eliminação de barreiras arquitetônicas, à aposentadoria, ao Lazer.
O que tem sido feito em prol das Pessoas Portadoras de Deficiência
a) Concursos Públicos
De acordo com a Constituição, a Lei deve reservar um percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoas portadoras de deficiência, além de definir os critérios de admissão. Em razão dessa norma Constitucional, nos principais concursos públicos há previsão de reserva de vaga para deficientes.
b) Isenção de Impostos sobre veículos Automotores
Outra ação efetiva realizada pelo Estado e pela União é a isenção de impostos que incidem sobre veículos automotores. Em razão disto, os preços dos veículos têm redução em torno de 30% a 35%.
A isenção não se limita às pessoas portadoras de deficiência locomotora. Alguns benefícios são estendidos aos responsáveis pelo transporte de pessoas deficientes. Assim uma mãe que precisa transportar um filho vitimado pela cegueira também poderia ser beneficiada por alguma das isenções.
c) Eliminação das barreiras arquitetônicas
Foram aprovadas duas leis Federais: a Lei 10.048 de 8/11/2000 e a Lei 10.098 de 19/12/2000. Na esfera Federal, o Estado de São Paulo aprovou a Lei Estadual 11.263/ de 12/11/2002. Essas leis possuem artigos que podem ser aplicados imediatamente e outros que dependem de Decreto Regulamentar. Para mais informações, acesse a Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, o Corde, no site do Ministério da Justiça: http://www.mj.gov.br/sedh/ct/corde/dpdh/corde/principal.asp.
d) Assistência Social para as Pessoas Portadoras de Deficiência
De acordo com a Constituição, o governo deve garantir um salário mínimo às pessoas portadoras de deficiência e idosos que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção ou de tê-la provida por sua família. As pessoas que precisarem desse benefício devem procurar a agência do INSS mais próxima de seu domicílio para obter mais informações.
e) Lei dos cães guia
Foi aprovada a lei 10.784/20001 que permite a entrada cães guia em transportes públicos.
A questão da inclusão social.
Hoje, no Brasil, milhares de pessoas com algum tipo de deficiência estão sendo discriminadas nas comunidades em que vivem ou sendo excluídas do mercado de trabalho. O processo de exclusão social de pessoas com deficiência ou alguma necessidade especial é tão antigo quanto a socialização do homem.
A estrutura das sociedades, desde os seus primórdios, sempre inabilitou os portadores de deficiência, marginalizando-os e privando-os de liberdade. Essas pessoas, sem respeito, sem atendimento, sem direitos, sempre foram alvo de atitudes preconceituosas e ações impiedosas.
A literatura clássica e a história do homem refletem esse pensar discriminatório, pois é mais fácil prestar atenção aos impedimentos e às aparências do que aos potenciais e capacidades de tais pessoas.
Nos últimos anos, ações isoladas de educadores e de pais têm promovido e implementado a inclusão, nas escolas, de pessoas com algum tipo de deficiência ou necessidade especial, visando resgatar o respeito humano e a dignidade, no sentido de possibilitar o pleno desenvolvimento e o acesso a todos os recursos da sociedade por parte desse segmento.
Movimentos nacionais e internacionais têm buscado o consenso para a formatação de uma política de integração e de educação inclusiva, sendo que o seu ápice foi a Conferência Mundial de Educação Especial, que contou com a participação de 88 países e 25 organizações internacionais, em assembléia geral, na cidade de Salamanca, na Espanha, em junho de 1994.
Este evento teve como culminância a “Declaração de Salamanca”, da qual transcrevem-se, a seguir, pontos importantes, que devem servir de reflexão e mudanças da realidade atual, tão discriminatória.
“Acreditamos e Proclamamos que:
toda criança tem direito fundamental à educação e deve ser dada a oportunidade de atingir e manter o nível adequado de aprendizagem;
toda criança possui características, interesses, habilidades e necessidades de aprendizagem que são únicas;
sistemas educacionais deveriam ser designados e programas educacionais deveriam ser implementados no sentido de se levar em conta a vasta diversidade de tais características e necessidades;
aqueles com necessidades educacionais especiais devem ter acesso à escola regular, que deveria acomodá-los dentro de uma Pedagogia centrada na criança, capaz de satisfazer tais necessidades;
escolas regulares, que possuam tal orientação inclusiva, constituem os meios mais eficazes de combater atitudes discriminatórias, criando-se comunidades acolhedoras, construindo uma sociedade inclusiva e alcançando educação para todos; além disso, tais escolas provêem uma educação efetiva à maioria das crianças e aprimoram a eficiência e, em última instância, o custo da eficácia de todo o sistema educacional.
Nós congregamos todos os governos e demandamos que eles:
atribuam a mais alta prioridade política e financeira ao aprimoramento de seus sistemas educacionais no sentido de se tornarem aptos a incluírem todas as crianças, independentemente de suas diferenças ou dificuldades individuais;
adotem o princípio de educação inclusiva em forma de lei ou de política, matriculando todas as crianças em escolas regulares, a menos que existam fortes razões para agir de outra forma;
desenvolvam projetos de demonstração e encorajem intercâmbios em países que possuam experiências de escolarização inclusiva;
estabeleçam mecanismos participatórios e descentralizados para planejamento, revisão e avaliação de provisão educacional para crianças e adultos com necessidades educacionais especiais;
encorajem e facilitem a participação de pais, comunidades e organizações de pessoas portadoras de deficiências nos processos de planejamento e tomada de decisão concernentes à provisão de serviços para necessidades educacionais especiais;
invistam maiores esforços em estratégias de identificação e intervenção precoces, bem como nos aspectos vocacionais da educação inclusiva;
garantam que, no contexto de uma mudança sistêmica, programas de treinamento de professores, tanto em serviço como durante a formação, incluam a provisão de educação especial dentro das escolas inclusivas.
Nós também congregamos a comunidade internacional; em particular, nós congregamos governos com programas de cooperação internacional, agências financiadoras internacionais, especialmente as responsáveis pela Conferência Mundial em Educação para Todos, Unesco, Unicef, UNDP e o Banco Mundial:
a endossar a perspectiva de escolarização inclusiva e apoiar o desenvolvimento da educação especial como parte integrante de todos os programas educacionais;
as Nações Unidas e suas agências especializadas, em particular a ILO, WHO, Unesco e Unicef;
a reforçar seus estímulos de cooperação técnica, bem como reforçar suas cooperações e redes de trabalho para um apoio mais eficaz à já expandida e integrada provisão em educação especial;
a reforçar sua colaboração com as entidades oficiais nacionais e intensificar o envolvimento crescente delas no planejamento, implementação e avaliação de provisão em educação especial que seja inclusiva;
Unesco, enquanto a agência educacional das Nações Unidas;
a assegurar que educação especial faça parte de toda discussão que lide com educação para todos em vários foros;
a mobilizar o apoio de organizações dos profissionais de ensino em questões relativas ao aprimoramento do treinamento de professores no que diz respeito a necessidades educacionais especiais;
a estimular a comunidade acadêmica no sentido de fortalecer pesquisa, redes de trabalho e o estabelecimento de centros regionais de informação e documentação e, da mesma forma, a servir de exemplo em tais atividades e na disseminação dos resultados específicos e dos progressos alcançados em cada país no sentido de realizar o que almeja a presente Declaração;
a mobilizar Fundos através da criação (dentro de seu próximo Planejamento a Médio Prazo 1996-2000) de um programa extensivo de escolas inclusivas e programas de apoio comunitário, que permitiriam o lançamento de projetos-piloto que demonstrassem novas formas de disseminação e o desenvolvimento de indicadores de necessidade e de provisão de educação especial”.
A inclusão escolar, fortalecida pela Declaração de Salamanca, no entanto, não resolve todos os problemas de marginalização dessas pessoas, pois o processo de exclusão é anterior ao período de escolarização, iniciando-se no nascimento ou exatamente no momento em aparece algum tipo de deficiência física ou mental, adquirida ou hereditária, em algum membro da família. Isso ocorre em qualquer tipo de constituição familiar, sejam as tradicionalmente estruturadas, sejam as produções independentes e congêneres e em todas as classes sociais, com um agravante para as menos favorecidas.
O nascimento de um bebê com deficiência ou o aparecimento de qualquer necessidade especial em algum membro da família altera consideravelmente a rotina no lar. Os pais logo se perguntam: por quê? De quem é a culpa? Como agirei daqui para frente? Como será o futuro de meu filho?
O imaginário, então, toma conta das atitudes desses pais ou responsáveis e a dinâmica familiar fica fragilizada. Imediatamente instalam-se a insegurança, o complexo de culpa, o medo do futuro, a rejeição e a revolta, uma vez que esses pais percebem que, a partir da deficiência instalada, terão um longo e tortuoso caminho de combate à discriminação e ao isolamento.
O quadro fica mais sério, tendo em vista que a tendência dos profissionais da saúde é sempre ressaltar, no diagnóstico, os aspectos limitantes da deficiência, pois invariavelmente são eles que primeiro são chamados para dar o diagnóstico conclusivo. Os médicos raramente esclarecem ou informam, aos familiares de portadores de deficiência, as possibilidades de desenvolvimento, as formas de superação das dificuldades, os locais de orientação familiar, os recursos de estimulação precoce, os centros de educação e de terapia.
A esses familiares pede-se que aceitem uma realidade que não desejam e que não é prevista, uma realidade em que os meios sociais e a mídia pouco abordam e, quando o fazem, é de maneira superficial, às vezes preconceituosa e sem apresentar os caminhos para a inclusão social.
Os pais ou responsáveis por portadores de deficiência, por sua vez, também se tornam pessoas com necessidades especiais: eles precisam de orientação e principalmente do acesso a grupos de apoio. Na verdade, são eles que intermediarão a integração ou inclusão de seus filhos junto à comunidade.
Cada deficiência acaba acarretando um tipo de comportamento e suscitando diferentes formas de reações, preconceitos e inquietações. As deficiências físicas, tais como paralisias, ausência de visão ou de membros, causam imediatamente apreensão mais intensa por terem maior visibilidade. Já a deficiência mental e a auditiva, por sua vez, são pouco percebidas inicialmente pelas pessoas, mas causam mais estresse, à medida que se toma consciência da realidade das mesmas.
A falta de conhecimento da sociedade, em geral, faz com que a deficiência seja considerada uma doença crônica, um peso ou um problema. O estigma da deficiência é grave, transformando as pessoas cegas, surdas e com deficiências mentais ou físicas em seres incapazes, indefesos, sem direitos, sempre deixados para o segundo lugar na ordem das coisas. É necessário muito esforço para superar este estigma.
Essa situação se intensifica junto aos mais carentes, pois a falta de recursos econômicos diminui as chances de um atendimento de qualidade. Tem-se aí um agravante: o potencial e as habilidades dessas pessoas são pouco valorizados nas suas comunidades de origem, que, obviamente, possuem pouco esclarecimento a respeito das deficiências. Onde estão as causas da exclusão dessas pessoas no Brasil?
A cibercultura não só demonstra que a maior parte dos conhecimentos adquiridos por uma pessoa no início de sua vida educacional estará ultrapassada ao final de um certo tempo, como também aponta novas formas de habilitação e reabilitação de pessoas com necessidades educativas especiais. Esse fenômeno de captação de transformações constantes deve ser posto ao alcance das pessoas com necessidades especiais.
O terceiro passo para a inclusão social de portadores de deficiência é a instituição de mecanismos fortalecedores desses direitos, tais como destinação de maiores verbas públicas para os projetos que atendam esse segmento e participação de entidades de defesa de deficientes e para deficientes nos processos decisórios de todas as áreas diretamente envolvidas no atendimento dessa população.
A mídia não pode ser esquecida, pois possui um papel fundamental na promoção de atitudes positivas no sentido da inclusão de pessoas portadoras de deficiência na sociedade. A criação de equipes de mediação de sistemas e a presença de ombudsmen junto aos conselhos de defesa da pessoa deficiente, que mostrem ao governo, à sociedade e à mídia os acertos e desacertos da inclusão social e escolar e seus prognósticos para curto, médio e longo prazos, devem ser consideradas.
A prática da desmarginalização de portadores de deficiência deve ser parte integrante de planos nacionais de educação, que objetivem atingir educação para todos. A inclusão social traz no seu bojo a equiparação de oportunidades, a mútua interação de pessoas com e sem deficiência e o pleno acesso aos recursos da sociedade. Cabe lembrar que uma sociedade inclusiva tem o compromisso com as minorias e não apenas com as pessoas portadoras de deficiência. A inclusão social é, na verdade, uma medida de ordem econômica, uma vez que o portador de deficiência e outras minorias tornam-se cidadãos produtivos, participantes, conscientes de seus direitos e deveres, diminuindo, assim, os custos sociais. Dessa forma, lutar a favor da inclusão social deve ser responsabilidade de cada um e de todos coletivamente.
Este artigo foi escrito por Revista Terceiro Milênio em 19 de setembro de 2013 às 17:32, e está arquivado em Especial do Mês. Siga quaisquer respostas a este artigo através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta.
terça-feira, 16 de setembro de 2014
domingo, 14 de setembro de 2014
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
JÁ EXISTE ATÉ O DIA DA LUTA POR MEDICAMENTOS SABIA???
08 de Setembro
Hoje é dia do reconhecimento da luta de milhares de ONGs e associações do mundo todo: a luta por medicamentos.
Grande parte da sociedade sabe o que é depender de remédios para se ter a certeza de sobreviver a cada dia.
Basta perguntar a um soropositivo, a um insulino-dependente (no caso da diabetes) ou a alguém com câncer, o que significa ficar sem remédios.
Muitas iniciativas foram tomadas para facilitar o acesso da população de baixa renda a medicamentos.
A distribuição gratuita
de remédios considerados imprescindíveis para portadores de diversas doenças e a quebra de patentes dos grandes laboratórios farmacêuticos foram importantes conquistas de entidades públicas e privadas.
A difusão do medicamento genérico no Brasil também represntou um grande avanço.
Infelizmente, as medidas de exceção previstas na normativa internacional de patentes (Trips), que garantiria o acesso dos países mais pobres a medicamentos de baixo custo estão sendo obstruídas pelas indústrias farmacêuticas e por pressão do governo dos Estados Unidos.
Não que as empresas farmacêuticas devam ser instituições de caridade. Mas é preciso que, dentro de parâmetros aceitáveis, sanitários e econômicos, tenham seus preços controlados.
É simplesmente fazer com que através do preço uma parte da população, que é órfã de assistência médica e farmacêutica, tenha acesso a remédios.
O remédio hoje é um bem da humanidade e não um produto da indústria farmacêutica. A saúde é um bem. Tratar a saúde como mercadoria em todos os casos é um verdadeiro absurdo.
Os medicamentos de alto custo são padronizados pelo ministério da saúde, para tratamento de determinadas doenças, adquiridos pela secretaria de estado de saúde com recursos provenientes do nível federal e estadual.
Para quais doenças os medicamentos de alto custo são garantidos
O Sistema Único de Saúde (SUS) assegura medicamento para tratamento de algumas doenças, como por exemplo: insuficiência renal crônica, tratamento de hemodiálise, hepatite ‘C’, hemofilia, pacientes submetidos a transplantes, esclerose múltipla, anemia falciforme, psoríase, puberdade precoce e quimioterapias (câncer).
Como ter acesso aos medicamentos de alto custo
Depois de fazer todos os procedimentos, exames, consultas, e esclarecida a doença na unidade de saúde de referência, o usuário será cadastrado no programa de medicamentos excepcionais na gerência de insumos do SUS e entrará na agenda de recebimento deste tipo de medicamento.
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
05 de setembro: Dia Oficial da Farmácia
293 - Dia Oficial da Farmácia: As atividades relacionadas à farmácia tiveram origem por volta doséculo X, com as boticas ou apotecas. Nesse período, a medicina e a farmácia eram uma só profissão. Era função do boticário conhecer e curar as doenças, mas ele deveria cumprir uma série de requisitos e ter local e equipamentos apropriados para a preparação e armazenamento dos medicamentos.
Com a propagação da lepra, Luís XIV, rei da França, amplia o número de farmácias hospitalares. E em 1777, Luís XV determina a substituição do termo apoticário por farmacêutico. No século XVIII, a profissão farmacêutica se separa da medicina e fica proibido ser médico e proprietário de botica. Mais adiante, em 1813, foi publicado o primeiro tratado de toxicologia, dando início à moderna farmacologia.
No Brasil, a profissão de boticário surgiu no período colonial. O boticário manipulava os produtos na frente do paciente e de acordo com a farmacopéia e a prescrição médica. Trazido de Portugal pelo governados geral, o primeiro boticário no Brasil foiDiogo de Castro. Isso só foi possível após a coroa portuguesa detectar que no Brasil, o acesso aos medicamentos só acontecia quando novas expedições apareciam com suas esquadras.
Com o tempo as boticas originaram dois novos tipos de estabelecimentos, a farmáciae o laboratório industrial farmacêutico. Na Primeira Guerra Mundial, foi desenvolvida a terapia antimicrobiana, que significou avanços em quimioterapia, atibioticoterapia e imunoterapia. Isso tornou o fármaco um produto industrial, aliado às mudanças da sociedade de consumo e objeto de interesses econômicos e políticos.
A partir de 1950, a sociedade passa a dispor dos serviços das farmácias e da qualificação do farmacêutico.FONTE: http://variedadesma01.blogspot.com.br/2012/08/05-de-setembro-dia-oficial-da-farmacia.html
terça-feira, 2 de setembro de 2014
SETEMBRO VERMELHO
A cada minuto morre 1 pessoa vítima de doenças cardiovasculares no mundo. As chamadas DCVs
foram responsáveis por 30% de todas as mortes em 2010, comparados com
25% em 1990, de acordo com o estudo sobre a Carga Global da Doença feito
pela Organização Mundial da Saúde, publicado no início deste ano. Estas
doenças geram um custo de mais de US$ 850 bilhões. No Brasil, o quadro
não é diferente: 33% dos óbitos no País são ligados ao coração.
Pensando em reverter esta alarmante estatística, o Instituto Lado a
Lado Pela Vida lançou, em 2014, o portal e campanha nacional “Siga Seu
Coração e Tome Uma Atitude”. Agora, em setembro, a entidade lança o
movimento “Setembro Vermelho”, de conscientização sobre as doenças
cardiovasculares. O mês foi escolhido pois no dia 29 é comemorado o Dia
Mundial do Coração. O objetivo é que, por meio dos conteúdos
informativos e ativações em empresas e locais de grande circulação de
pessoas, a população tenha acesso a como evitar o desenvolvimento das
doenças do coração, quais são os principais fatores de risco e como
mudar hábitos do dia a dia para levar uma vida mais saudável.
“Criar uma campanha para atuar na prevenção das doenças do coração é
muito importante, pois a população, com informação, pode mudar seu modo
de vida, multiplicar este conhecimento e salvar muitas vidas”, ressalta
Marlene Oliveira, presidente do Instituto.
Apesar do reconhecimento deste problema, os fatores de risco para
tais doenças estão presentes no cotidiano da população, como a
obesidade, o tabagismo, o consumo excessivo de sal e sódio, o estresse e
o aumento ou crescimento de casos de pressão alta.
Diversas pesquisas feitas em países desenvolvidos atribuem entre 50% e
60% da melhoria na mortalidade resultante de doença cardíaca
coronariana nas últimas décadas à redução dos fatores de risco através
de métodos básicos de prevenção, tais como reduzir o tabagismo ou mudar a
dieta.
“A maioria das pessoas procura o médico quando fica doente. Queremos
que façam os exames preventivos, busquem mudanças de hábitos,
orientações sobre práticas de exercícios físicos, de alimentação
saudável e menos estresse no trabalho como alternativa para a saúde do
coração”, afirma o cardiologista Marcelo Sampaio, Chefe do Ambulatório
do Instituto Dante Pazzanese Cardiologia, integrante do board do
Instituto Lado a Lado Pela Vida.
Siga seu Coração e Tome uma Atitude
Objetivo:
- Alertar a população sobre a importância de agir de modo preventivo sobre as doenças cardiovasculares por meio da adoção de hábitos saudáveis.
- Durante o ano todo, são promovidas ações mobilizadoras de homens e mulheres, crianças, pré-adolescentes e adolescentes, para que eles se tornem multiplicadores de informações e responsáveis pela adoção de uma alimentação saudável, prática de exercícios físicos e acompanhamento médico.
Algumas ações da Campanha
- Distribuição de material informativo nos pedágios da CCR – Nova Dutra: durante todo o mês de setembro
- Iluminação do Cristo Redentor de Vermelho: iluminado no dia 29/9
- Iluminação dos Hospitais São Joaquim e São José, da Beneficência Portuguesa de São Paulo,durante todo o mês de setembro
- Palestras sobre doenças cardiovasculares abertas à população no Hospital Beneficência Portuguesa.
- Lançamento da Cartilha Siga Seu Coração: a cartilha traz importantes informações sobre doenças cardiovasculares e será distribuída ao público.
- Ação dentro do Projeto Estrada para a Saúde com mutirões de saúde nas estradas (medição de glicemia, pressão e palestras sobre saúde)
- Ação no Mackenzie, em parceria com a Sociedade Brasileira de Hipertensão, para esclarecimento da população da região de Higienópolis (SP)
- Ação e iluminação do Arena Fonte Nova pelo Campeonato Brasileiro: haverá intervenção no campo com faixas durante o jogo Bahia x Coritiba 7/9 (domingo)
- Ação no Maracanã pelo Campeonato Brasileiro: haverá intervenção no campo com faixas durante o jogo Palmeiras x Flamengo 14/9 (domingo)
- Palestras em empresas
- FONTE: http://www.sigaseucoracao.com.br/noticias/instituto-lado-a-lado-pela-vida-lanca-setembro-vermelho-mes-de-conscientizacao-sobre-doencas-cardiovasculares/